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quinta-feira, 30 de julho de 2015

Nada Conseguirás Alcançar / Nothing you can achieve

Olha bem para mim
Concentra-te no me olhar
Observa o que vês
Tenho dúvida que consigas enxergar.

Fica mais atento
E procura descobrir
Não vês em mim descontentamento,
Pois, prefiro levar a vida a sorrir.

Desiste, poupa as tuas más energias,
Não gastes tempo para me prejudicar
Esquece as tuas macabras fantasias
Com essa atitude, nada conseguirás alcançar.

Mem-Martins, Sentada na mesa da cozinha, a tomar o pequeno-almoço,
Escrito à mão,
28 de julho de 2015,
7h58
In Costa, Maria Leonor. Catarse das Palavras.


Take a good look at me
Focus on not looking at me
Watch what you see
I doubt you can see.

Stay tuned
And seeks to discover
You do not see in me discontent,
Yeah, I'd rather live life smiling.

Give up, save your energy,
Do not take the time to harm me.
Forget your macabre costumes
With this attitude, you can’t achieve anything.

Mem-Martins, sat at the kitchen table, taking breakfast
Handwritten
July 28, 2015
7:58 a.m.
In Costa, Maria Leonor. Catharsis of Words.

quarta-feira, 29 de julho de 2015

O futuro será a sorrir / The future will be smiling

Procura ser teu amigo,
Sei que não me consegues ouvir,
Mas para de te prejudicar,
Pois, é o que fazes por assim agir.

Não te continues a apunhalar,
Impedindo resoluções
Pensas que assim me atinges,
Mas é contra ti que recaem essas incursões.

Liberta, não prendas,
Deixa simplesmente ir
O passado ficou lá atrás
E o futuro será a sorrir.

Mem-Martins, Sentada na mesa da cozinha, a tomar o pequeno-almoço
Escrito à mão
28 de julho de 2015
7h52
In Costa, Maria Leonor. Catarse das Palavras.


Try to be your friend,
I know you can’t hear me,
But stop hurting yourself,
For it is what you do for doing so.

Do not continue to stab at yourself,
Preventing Resolutions
You think that's how you hit me,
But it is against you that these incursions fall.

Release, not hold,
Just let go.
The past stayed behind
And the future will be smiling.

Mem-Martins, sat at the kitchen table, taking breakfast
Handwritten
July 28, 2015
7:52 a.m.
In Costa, Maria Leonor. Catharsis of Words.

terça-feira, 28 de julho de 2015

A vida não foge / Life does not escape

Não corras assim
A vida não te foge
Eu sei que a vida tem fim,
Mas hoje é hoje.

Não fujas dela
Nem te sintas desorientado
A vida segue o seu ritmo
Em parte o teu destino está traçado.

Prossegue serenamente,
Mas não precisas correr
Tranquiliza a tua mente,
Pois, viver é poder.

Mem-Martins, Comboio da linha de Sintra entre Rio-de-Mouro e Cacém,
Escrito à mão,
27 de julho de 2015,
8h46
In Costa, Maria Leonor, Poesias Mundanas.


Do not run like this
Life does not run away
I know that life has an end,
But today is today.

Do not run away from her
Do not even feel disoriented.
Life follows your rhythm
In part your destiny is traced.

It goes on serenely,
But you do not need to run
Calm your mind,
Because, to live is power.

Mem-Martins, Train of Sintra line between Rio de Mouro and Cacém,
Handwritten,
July 27, 2015,
8:40 a.m.
In Costa, Maria Leonor, Worldly poetry
 

segunda-feira, 27 de julho de 2015

Assassino do Amor / Killer of Love

Com as tuas falsas promessas
As tuas repisadas mentiras
As frustrações acumuladas
Com uma pistola arremessas e atiras.

Repetidos murros no estômago
E a falta de diálogo
Fizeram a nossa vida num inferno
De ti já não se podia esperar algo.

A magia quebrou-se
Assim que, por acidente, tiveste de te revelar
És um assassino do amor
Sempre disposto a enganar.

Mem-Martins, Gare dos comboios,
Escrito à mão,
27 de julho de 2015,
8h40
In Costa, Maria Leonor. Amores Platónicos.


With your false promises
Your repeated lies
The accumulated frustrations
With a pistol you ubiquitous and strip.

Repeated punches in the stomach
And the lack of dialogue
They made our life a living hell
Of you one could no longer expect anything.

The spell is broken
So, by accident, you had to reveal yourself
Always willing to cheat
You are a murderer of love.

Mem-Martins, Trains Gare,
Handwritten,
July 27, 2015,
8:40 a.m.
In Costa, Maria Leonor. Platonic Loves.

sábado, 25 de julho de 2015

O meu verdadeiro percurso / My real path

Um peixe fora de água
Uma flor retirada do jardim
Uma ovelha negra num rebanho de brancas
Muitas vezes sinto-me assim.

Com uma visão ampla do mundo
Não vislumbrada pela maioria
Descobrir alguma coisa nova por dia
Faz a minha alegria.

Figurante de uma vida
Que nem sempre quero viver,
Procurando ainda assim aproveitar cada dia
Para aprender e crescer.

Uma vitela fora da manada
Um ser vivo deslocado do seu lugar
Procurando retomar o caminho
Para o meu verdadeiro percurso encontrar.

Mem-Martins, Sentada na mesa da cozinha, a tomar o pequeno-almoço,
Escrito à mão,
24 de julho de 2015,
8h15
In Costa, Maria Leonor. Catarse das Palavras.


A fish out of water
A flower from the garden withdrawal
A black sheep in a flock of white
Often, I feel like that.

With a wide view of the world
There envisioned by most
Discover something new each day
It is my joy.

Extra of a lifetime
I do not always want to live
Looking still enjoy every day
To learn and grow.

A calf out of the herd
A living being displaced from their place
Looking back on the road
To find my true path.

Mem-Martins, sat at the kitchen table, taking breakfast,
Handwritten,
July 24, 2015,
8:15 a.m.
In Costa, Maria Leonor. Catharsis of Words.

sexta-feira, 24 de julho de 2015

Nem todos os sorrisos são verdadeiros / Not all smiles are true



Nem todos os sorrisos são verdadeiros
Muitos escondem a realidade
Os lábios podem se apresentar levantados,
Mas só dentro se esconde a verdade.

Um rosto com aparência feliz
Poderá ser apenas uma fachada
A imagem é o seu cariz
Ninguém se quer ver mal representada.

Uma expressão encenada
Para enfrentar a sociedade
No teatro da vida
É limitada a liberdade.

Mem-Martins, Sentada na mesa da cozinha, a tomar o pequeno-almoço,
Escrito à mão,
24 de julho de 2015,
8h08
In Costa, Maria Leonor. Catarse das Palavras.


Not all smiles are true
Many hide the reality
The lips can appear raised
But only in is hidden the truth.

A happy face with appearance
It may be just a front
The image is its nature
No one wants to see misrepresented.

A staged expression
To face society
In the theatre of life
Freedom is limited.

Mem-Martins, sat at the kitchen table, taking breakfast,
Handwritten,
July 24, 2015,
8:08 a.m.
In Costa, Maria Leonor. Catharsis of Words.

segunda-feira, 20 de julho de 2015

Mantém-te em contacto / Stay in touch

Mantém-te em contacto
não te vás embora de vez
na minha vida tiveste impacto
fizeste o que mais ninguém fez.

Custa-me ver-te partir
e saber que jamais te verei
nem calculas como isso me fez sentir
pois isso só eu sei.

Procura amiúde dar notícias
quero poder te acompanhar
as minhas intenções não são fictícias
e não te quero controlar.

Pretendo apenas saber
que partiste, mas estás bem
quero que saibas de mim
e que eu estou feliz também.

Mem-Martins, sentada na cama,
Escrito à mão
18 de julho de 2015
9h15
In Costa, Maria Leonor. Amores Platónicos.

Stay in touch
don't go away for good
in my life you had impact
you did what no one else did.

It hurts me to see you go
and I know that I'll never see you,
you can't calculate as it made me feel
because that only I know.

Try sometimes to give news
I want to be able to follow you
my intentions are not fictitious
and I don't want to control you.

I just want to know
you left but you are well
I want you to know about me
and that I am happy too.

Mem-Martins, sat on the bed,
Handwritten,
July 18, 2015
9:15 a.m.
In Costa, Maria Leonor. Platonic Loves.

domingo, 19 de julho de 2015

Venho... / I come ...

Venho em paz
não pretendo fazer mal a ninguém
já basta a tristeza que a vida traz
e a que carrego comigo também.

Venho numa missão
trazendo à Terra o bem
espalhando uma nova visão
que te serve também.

Venho para ser feliz
e para te fazer acreditar
que não és assim tão infeliz
e que te é permitido sonhar.

Venho mudar mentalidades
fazendo cada individuo com que me cruzo desabrochar,
acreditando nas suas capacidades
para juntos o mundo podermos melhorar.

Mem-Martins, sentada na cama,
Poema manuscrito,
18 de julho de 2015
8h56
In Costa, Maria Leonor. Catarse das Palavras.


I come in peace
I do not intend to hurt anyone
enough the sadness that life brings
and the one I carry with me too.

I'm on a mission.
bringing to Earth the good
spreading a new vision
that serves you too.

I come to be happy
and to make you believe
you're not so unhappy
and that you are allowed to dream.

I change minds
making each individual with whom I cross unbutton,
believing in their abilities
together we can improve the world.

Mem-Martins, sat on the bed,
Handwritten poem,
July 18, 2015
8:56 a.m.
In Costa, Maria Leonor. Catharsis of Words.