Todos os dias, neste espaço, divulgo um poema da minha autoria para que a minha inspiração vos possa servir de guia.

Every day, in this space, I spread a poem of my authorship so that my inspiration can serve as a guide to all of you.

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terça-feira, 31 de março de 2015

Estou de luto pelo meu coração / I'm in mourning for my heart

Estou de luto pelo meu coração
Algo dentro dele morreu
Não sei se foi ilusão
Mas sei que magoa porque ele é meu.

É no meu peito que ele dói
É a minha cabeça que tenho de arrumar
A sensação de falhanço corrói
Pelo amanhã tenho de esperar.

Tudo se irá resolver
A tristeza irá passar
Tenho de voltar a viver
Escolhendo outro lugar.

Sentada no sofá em casa dos meus pais (Mem-Martins)
escrito a computador
26 de março de 2015,
20h26
In Costa, Maria Leonor. Amores Platônicos.

I'm in mourning for my heart
Something inside him died
Maybe it was illusion
But I know it hurts because it's mine.

It is in my chest it hurts
It's my head that I have to pack
The feeling of failure erodes
I have to wait for tomorrow.

Everything will be sorted
The sadness will pass
I have to re-live
Choosing elsewhere.

Sitting on the couch in my parents' house (Mem-Martins)
written on the computer
on March 26, 2015,
8:26 p.m.

In Costa, Maria Leonor. Platonic Loves.
 

segunda-feira, 30 de março de 2015

Março está a chegar ao fim / March is coming to an end

Março está quase no fim
Abril está quase a começar
Maio vem a seguir e enfim
Em junho é a vez de o verão chegar.

A natureza começou a mudar
As árvores já estão a florir
O tempo também vai melhorar
A vida vai emergir.

Já estamos na primavera
Uma estação com mais energia
A vida torna-se mais fácil
Com um simples gesto de magia.

Sentada no sofá em casa dos meus pais (Mem-Martins),
escrito a computador,
26 de março de 2015,
20h08
In Costa, Maria Leonor, Poesias Mundanas.

March is almost over
April is about to begin
May follows, and finally
In June is the time of summer arrive.

The nature began to change
The trees are already flowering.
Time will also improve
Life will emerge.

We are already in spring
A station with more energy
Life becomes easier
With a simple gesture of magic.

Sitting on the couch in my parents' house (Mem-Martins),
written on the computer,
on March 26, 2015,
8:08 p.m.

In Costa, Maria Leonor, Worldly poetry


domingo, 29 de março de 2015

Não quero voltar para casa / I don’t want to go back home

Não quero voltar para casa
O que me espera já nada me diz
O tempo fez-nos mal
Tu já não me fazes feliz.

Não sei se o nosso amor foi real
Ou uma pura ilusão
Aquele sentimento outrora verdadeiro
Hoje acho que foi um equívoco do coração.

O nosso amor não cresceu
Porque não olhamos no mesmo sentido
A paixão inicial morreu
O nosso futuro em comum ficou corrompido.

Já nada há fazer
A vida encarregou-se de me mostrar o caminho
Não posso continuar a esconder
Terás de prosseguir o teu sozinho.

Eu regressarei às minhas origens
À terra onde nasci
Vou para junto da minha família
E fazer de conta que nunca parti.

Sentada no sofá em casa dos meus pais (Mem-Martins)
Poema manuscrito,
26 de março de 2015,
19h22
In Costa, Maria Leonor. Amores Platônicos.


I don’t want to go back home
What awaits me no longer tells me nothing
The time made us sick
You no longer make me happy.

I don’t know if our love was real
Or a pure illusion
That true feeling once
Today I think it was a mistake of the heart.

Our love did not grow
Because we did not look in the same direction
The initial passion died
Our Common Future was corrupted.

Nothing is to do
Life undertook to show me the way
I can’t continue to hide
You have to pursue your own.

I will return to my roots
To the land of my birth
I go join my family
And pretend that I never left.

Sitting on the couch in my parents' house (Mem-Martins),
Handwritten,
on March 26, 2015,
7:22 p.m.

In Costa, Maria Leonor, Worldly poetry
 

sábado, 28 de março de 2015

Usufruir da vida é o teu maior poder / Enjoying life is your greatest power

A vida continua
Há coisas boas a acontecer
Há momentos difíceis
Mas a felicidade deve prevalecer.
Há dias de chuva
Há pessoas a morrer
Há dias de sol
Há bebés a nascer.
Há momentos de dor
E outros com a esperança a resplandecer.
Há desafios a surgir
Há soluções para os resolver.
A vida é um instante
Com tanta coisa boa para viver
Não desperdices o que tens
Usufruir dela é o teu maior poder.

Sentada na mesa da cozinha da casa dos meus pais
(Mem-Martins)
Poema manuscrito,
23 de março de 2015,
10h34
In Costa, Maria Leonor, Poesias Mundanas.


Life goes on
There are good things happening
There are difficult times
But happiness shall prevail.
There are rainy days
People are dying
There are sunny days
There are babies being born.
There are moments of pain
And others hoping to shine.
There are challenges to emerge
There are solutions to solve them.
Life is a moment
With so much good to live
Do not waste what you have
Enjoy it is your higher power.

Sitting at the kitchen table of my parents
(Mem-Martins, Sintra, Portugal)
Handwritten poem
on March 23, 2015,
8:34 a.m.
In Costa, Maria Leonor, Worldly poetry


sexta-feira, 27 de março de 2015

Hoje há um eclipse parcial solar / Today there is a solar partial eclipse

Hoje há um eclipse
A lua vai tapar o sol
Para uns vai parecer um ápice
Para outros será em passo de caracol.

Mais um daqueles fenómenos
Que acontece de tempos a tempos
Causando em alguns a preocupação
Sendo para outros apenas contratempos.

Ainda há pouco começou
Não tarda está a terminar
É apenas uma oportunidade
Só daqui a 11 anos haverá novo eclipse solar.

Autocarro de Chaves com destino a Montalegre,
Poema manuscrito,
20 de março de 2015,
8h32
In Costa, Maria Leonor, Poesias Mundanas.


Today there is an eclipse
The moon will cover the sun
For some will seem a glance
For others will be in a snail's pace.

Another one of those phenomena
That takes place from time to time
Causing in some concern
As for others just setbacks.

Just now started
Before long is ending
It's just an opportunity
Only 11 years from now there will be new solar eclipse.

Chaves bus bound for Montalegre,
Handwritten poem,
on March 20, 2015,
8:32 a.m.

In Costa, Maria Leonor, Worldly poetry

quinta-feira, 26 de março de 2015

Não, já te disse que não / No, I already told you no

Não, já te disse que não
E não tenciono dizer mais nenhuma vez
Estou cansada de falar
Sobre tudo o que se fez.

Já nada mais há para dizer
Tudo ficou conversado
Vamos descansar um pouco
Cada um para seu lado.

Alguém tem de decidir
Tudo tem uma solução
Já não vale a pena discutir
Assuntos do coração.

Autocarro de Chaves com destino a Montalegre,
Poema manuscrito,
20 de março de 2015,
8h32
In Costa, Maria Leonor. Amores Platônicos.


No, I already told you no
And I do not intend to say any more time
I'm tired of talking
About all that was done.

Already there is nothing more to say
Everything was talked
Let's get some rest
Each to its side.

Someone has to decide
Everything has a solution
No longer worth discussing
Matters of the heart.

Chaves bus bound for Montalegre,
Handwritten poem,
on March 20, 2015,
8:32 a.m.

In Costa, Maria Leonor. Platonic Loves.

quarta-feira, 25 de março de 2015

Porque eu posso / Because I can

Querer é poder
Só é preciso arriscar
Não importa o que acontecer
Só é preciso acreditar.

Este sentido destemido
Pode nos ajudar a lutar
Permite-nos chegar mais longe
Deixa-nos crescer e sonhar.

Não importa as falhas e erros
É preciso continuar a tentar
Porque eu posso
Tenho o dever de ir à luta e conquistar.

Autocarro de Chaves com destino a Montalegre,
Poema manuscrito,
19 de março de 2015,
8h49
In Costa, Maria Leonor, Poesias Mundanas.


Wanting is power
All it takes is risk
No matter what happens
You only need to believe.

This fearless sense
You can help us fight
It allows us to go further
Let us grow and dream.

No matter the flaws and errors
You have to keep trying
Because I can
It is my duty to fight and conquer.

Chaves bus bound for Montalegre,
Handwritten poem,
on March 19, 2015,
8:49 a.m.

In Costa, Maria Leonor, Worldly poetry


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